O Lobo Do Mar

O Lobo do mar que desvendava os oceanos escrevendo epopeias, escutando cancoes de um velho marujo, mas, infelizmente, morreu ao chegar em terra firme.

So Deus sabe que fiz o diabo, para lhe conhecer

Signo do mel

Não pode ser apenas a beleza, existe algo mais por trás dos olhos. Sonoridade, brilho… São os quadros, o som pausado. É o mel que percorre os três estagios, o doce da primeira gota, o enjoo na décima e a saudade que fica quando acaba. São vários as medidas, mas a alma ainda acredita que essa paixão pelo gosto é desmedida. Vício logo então, o mel, a saudade e essa paixão. Praticado o signo do verbo espero que seja, que nem sempre tão levada a sério a palavra É. E que mova montanha quando práxis. Porque sabemos que nem sempre se tem pão, nem água, muito menos mel. 

As 24 horas do dia são poucas, a bobeira do menino de hoje é o problema do homem que vira a ser amanhã. Mais e cada vez mais o tempo se precipita em direção ao céu, mas digo que não, ainda prefiro as dores, os risos, os prazeres e os choros. Nunca tive a pressa de descobrir qual será a música que tocara depois na rádio, nem tive pressa e ver as horas quando toca o despertador; Cada vez mais a letras parecem surgir sozinhas no meu cominho como se estivessem querendo escrever minha vida inteira, que se passa em linhas entrelaçadas hoje, linhas tenues no passado e uma folha ainda inteira em branco no futuro. E depois de tudo isso vem os olhos que sabem ler sozinho, decifram os codigos do lado escuro da lua que se esconde atras das nuvens negras. Os minutos agora se vão, agora vejo no afinal a paixão desenfreada que toca os lábios o corpo nu e o sal que agora se deposita no fundo do mar. Em fim as letras não podem colher os frutos mas poder escrever o futuro, você pode desenhar um lindo piquenique mas não pode prever o tempo !

A colera e a insonia. O crime e a cidade.

Mães e filhas.

A colera de um dia na cidade te estende a mão quando a insonia do crime cometido aperta. Em vez de uma amante coloca-se uma boneca e esse é o nosso simbolo de fidelidade! fiel e submissa, cozinha e passa, até cria os filhos ademais de quem seria tal tarefa?

Um infortuno na vida de qualquer homem seria festejar o nascer do sol no planeta vênus, pois lá a luz cegaria o olho do cidadão de bem, que confere a propriede do corpo feminino ao amor fiel e moral absoluta.

O crime cometido a plena luz do dia, em frente aos filhos e a sociedade repete-se todos os dia, calado e correto. Porém as vítimas de tal crime fatal não poderia abrir a boca, nem se quer um murmúrio, seria um ato imoral proteger seu corpo de tal Violência. A insonia dessa filhas e mães é e deve ser o principal motivo de uma quebra na mentalidade justa e moral de nossas vidas.

A Fome !

A colera de um dia na cidade te estende a mão quando a insonia do crime cometido aperta. Em vez de um prato cheio, cacos de vidro e pedras de salada e esse é o nosso símbolo de igualdade ademais de quem é a culpa de vagabundagem?

Um infortunio na vida de qualquer pessoa seria ouvir a voz da fome chegar, devagar e dolorida, pois quando essa chama, nenhum dá ouvidos, fecha o vidro do carro ou manda-lhe trabalhar, mas que nenhum ousaria ouvir a colera da fome, pois qualquer um se revoltaria.

O crime cometido a plena luz do dia repete-se em cada esquina todos os  dias, em frente aos pedestres, passageiros e motorista, comerciantes, empregados e contrabandistas. Porém a vítima de tal crime não tem mais força para falar nem tem pão para mastigar, e qualquer ato premeditado pelo desespero seria um roubo, furto seria um ato injusto digerir algo. A insonia desses famintos é e deve ser o principal motivo de uma quebra na mentalidade justa e moral.

Alunos

A colera de um dia na cidade te estende a mão quando a insonia do crime cometido aperta. E nas escolas te dão o livro, contendo as mil e uma formas pra solucionar o problema da indagação, e te dirão sábio se porventura aprender a não responder as questões da vida. Afinal todas as respostas já lhe são dadas, como se fossem verdades sagradas.

Um infortunio na vida de qualquer sem luz que não se despir da camada falsa que o reveste, do linguajar culto profanado e o telefone surdo que lhe calcula as possibilidades. Desastroso para qualquer murmurio que reste no peito clamando a liberdade e criatividade que sua lamapada permite.

O crie cometido a plena luz do dia repete-se em cada sala de aula, todos os dias e incessantemente um estupro da mente jovem, que transita na floresta densa regada pelos sonhos vivos, os horizontes cobertos por uma fina nevoa de mistério e o chão feito de alegrias. UM ASSASSINATO, acaba-se de matar mais um! Morto-Vivo agora se ambula pelos cantos, sem canto, frase ou pintura, sem sonho, jingado, só lhe resta sua nota que lhe rouba o sono. A insonia desses desesperados é e deve ser o principal motivo para a quebra de uma mentalidade justa e moral.

fotojournalismus:

Meet Loukanikos, Athens’ Protest Dog

(via TIME)

Photos : 

#1 : In June 2011, in front of a line of riot police.(Giorgos Moutafis/Anzenberger)

#2 : A can of tear gas lands near Loukanikos and protesters, February 2011.(Giorgos Moutafis/Anzenberger)

#3 : Loukanikos, photographed for TIME by Peter Hapak, November 15, 2011. (Peter Hapak/Time)

#4 : The protest dog joins demonstrators in gas masks in June, 2011.(Giorgos Moutafis/Anzenberger)

# 5 : Loukanikos — the word means sausage in Greek — has showed up for numerous demonstrations in Athens over the last few years. Here, he barks at riot police in December 2010. (Giorgos Moutafis/Anzenberger)

I just nod, I’ve never been so good shaking hands